O 2012 de Lula: palestras, viagens e eleição | |
Lula tem dito aos mais próximos que pretende voltar às palestras em janeiro, já no ritmo de uma por semana — em princípio, a equipe médica que o atende diz que é possível, informaLauro Jardim em sua coluna da Veja.![]() Mas, a partir do segundo trimestre, aceitará dar somente uma palestra por mês. Lula quer rodar o Brasil, para dedicar-se à política e à eleição. “É nessas horas que eu cresço”, disse a um ministro do seu governo. A propósito, outro de seus ministros, o sumido Antonio Palocci, fez uma quase invisível visita a Lula na semana passada, em dia de quimioterapia. | |
Escrito por Magno Martins |
Encontro com o deputado Pedro Eugenio

sábado, 26 de novembro de 2011
Exonerado chefe do Dnit em Pernambuco | |
![]() O ministro Paulo Sérgio Passos exonerou dois superintendentes do Dnit enrolados em irregularidades apuradas pela Polícia Federal. Um deles foi o de Pernambuco, Divaldo de Arruda Câmara, que pediu demissão ontem após a Operação Casa 101, que investiga indícios de desvio de corrupção em três contratos de obras da BR-101 na região metropolitana do Recife. Na quarta-feira, numa operação na capital pernambucana, a Polícia Federal desbaratou uma organização acusada de desviar R$67 milhões em dois lotes da BR-101, nas proximidades do Recife. Em cálculos preliminares, os desfalques dos dois grupos somam aproximadamente R$100 milhões.O superintendente de Rondônia, Ribamar Oliveira, foi demitido após a PF deflagrar a Operação Anjos do Asfalto, que investiga o desvio de verbas federais no órgão. | |
Escrito por Magno Martins |
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Lula deve deixar hospital no fim da manhã | |
![]() Lula descansa no quarto 1.106, no 11º andar do hospital, no mesmo lugar em que ficou internado o seu ex-vice-presidente, José Alencar, morto em março deste ano vítima de um câncer no abdome. De acordo com a assessoria do ex-presidente, Lula dormiu bem, acordou cedo e já se alimentou. Depois, leu o jornal e agora descansa, esperando a hora em que receberá alta para voltar para sua casa, em São Bernardo, na Grande São Paulo. | |
Escrito por Magno Martins |
Eugênio garante que não haverá prévias no Recife |
![]() O presidente do PT estadual, deputado Pedro Eugênio, informou hoje que dificilmente haverá prévias no Recife. Segundo ele, não há nenhum outro nome no páreo para a sucessão municipal, se não o do próprio prefeito João da Costa. “Hoje não temos nenhum outro nome. Quando perguntamos a João Paulo (deputado federal), Humberto Costa (senador) ou Maurício Rands (secretário estadual) eles não dizem que são pré-candidatos”. Para ele, a situação de São Paulo não pode ser vista como exemplo do que aconteceria na capital pernambucana. Lá, já havia um processo eleitoral em curso, com seis pré-candidatos com o bloco na rua e até programa de governo, segundo Eugênio. “Aqui em Recife é diferente. Não há candidatura posta, a não ser a do prefeito”, ponderou. O petista reconheceu que se mais na frente aparecer algum outro nome internamente para a disputa em 2012 o partido, democraticamente, permitirá o debate acerca de prévias, “mas tudo dentro do processo regimental”. Quanto aos ensaios de aliados, que têm expressado o desejo de também disputar o pleito no ano que vem, o deputado considerou que, havendo um nome da Frente Popular do Recife, o PT vai debater. “O próprio prefeito tem dito que está aberto à discussão. O partido está permanentemente trabalhando em defesa dos direitos do PT e da frente”. Escrito por Magno Martins, às 13h12 |
LUTA POR JUSTIÇA E IGUALDADE SOCIAL, HOMENS FIÉIS A ESSE PROPÓSITO
Dom Elder Camara, foi um homem dotado de uma oratória sem igual, tinha o poder de fazer multidões parar para ouvir seus discursos, sobre injustiça social e igualdade entre todos os homens e nações. Ele sonhava para o novo século de "2000", uma nação sem fome, e afirmava que enquanto no mundo tivesse uma pessoa passando fome, era sinal de que ainda não havia acontecido a conversão entre as pessoas. Teve que se exilar, por ocasião da ditadura militar no Brasil, pois seus discursos eram voltados para a igualdade, e esse tipo de discurso não agradava os políticos, que queria que as pessoas fosse submissas e cegas, que desconhecem seus direitos por inteiro, para que assim pudessem fazer e acontecer como bem entendessem.. Nos anos 60 e 70, os dois homens mais conhecidos e famosos do mundo eram Dom Elder e Pelé. Dom Elder chegou a ser indicado para receber o prêmio nobel da paz, pelos seus feitos, como o homem da paz. Era homem bastante magro, morava com muita simplicidade e lutou verdadeiramente pelo povo que não tinha nem voz nem vez, aqueles excluídos do convívio social.
Outro grande guerreiro, que lutou pela democracia em nosso pais, foi o conhecidíssimo no meio da educação, o saudoso Paulo Freire, que é um ícone entre os professores, modelo de educador, aquele mostrou como alfabetizar em poucos dias, desafiando os políticos da época, pois foi outro, que lutou pela igualdade de direitos, porém na educação, pois era professor e escritor, que também teve que se exilar para não ser preso, durante o regime militar no Brasil. Seus livros só foram publicados no Brasil, depois da ditadura miliar, pois eles tratavam de liberdade de expressão, opressão, autonomia, indignação entre outros. Esses dois homens, Dom Elder e Paulo Freire, foram grandes idealizadores do Partido dos Trabalhadores, foram modelos para o nosso querido Luiz Inácio Lula da Silva, que na mesma época foi preso pela ditadura militar, por também lutar pelos direitos humanos e trabalhistas.
Lula, através de sua luta trabalhista, com o poder da voz que Deus lhe deu, depois de algumas tentativas chegou a presidência da república, sendo o melhor presidente que este país já teve, fazendo história política em nosso país, inclusive como modelo de presidente, aquele que procurou de fato combater a fome e a miséria. O primeiro de todos, a ensinar tudo isso, é o nosso pai do Céu, que mandou seu filho Jesus Cristo, para ensinar na prática tudo isso, e depois, mandou homens corajosos como esses que foram citados, para lutar na atualidade, peçamos ao nosso pai do céu que continue mandando homens e mulheres corajosos, para lutar por igualdade entre todas os povos e nações.
Outro grande guerreiro, que lutou pela democracia em nosso pais, foi o conhecidíssimo no meio da educação, o saudoso Paulo Freire, que é um ícone entre os professores, modelo de educador, aquele mostrou como alfabetizar em poucos dias, desafiando os políticos da época, pois foi outro, que lutou pela igualdade de direitos, porém na educação, pois era professor e escritor, que também teve que se exilar para não ser preso, durante o regime militar no Brasil. Seus livros só foram publicados no Brasil, depois da ditadura miliar, pois eles tratavam de liberdade de expressão, opressão, autonomia, indignação entre outros. Esses dois homens, Dom Elder e Paulo Freire, foram grandes idealizadores do Partido dos Trabalhadores, foram modelos para o nosso querido Luiz Inácio Lula da Silva, que na mesma época foi preso pela ditadura militar, por também lutar pelos direitos humanos e trabalhistas.
Lula, através de sua luta trabalhista, com o poder da voz que Deus lhe deu, depois de algumas tentativas chegou a presidência da república, sendo o melhor presidente que este país já teve, fazendo história política em nosso país, inclusive como modelo de presidente, aquele que procurou de fato combater a fome e a miséria. O primeiro de todos, a ensinar tudo isso, é o nosso pai do Céu, que mandou seu filho Jesus Cristo, para ensinar na prática tudo isso, e depois, mandou homens corajosos como esses que foram citados, para lutar na atualidade, peçamos ao nosso pai do céu que continue mandando homens e mulheres corajosos, para lutar por igualdade entre todas os povos e nações.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
LULA, O HOMEM QUE NASCEU COM O DOM DA ORATÓRIA
LULA, A VOZ DO BRASIL
Frei Betto
Lula é, hoje, a voz do Brasil. De modo especial, a voz dos que não têm voz. Nenhum brasileiro tem, no exterior, tanta audiência. Os chefes de Estado prestam atenção no que ele diz, inclusive Dilma Rousseff.
Universidades dos cinco continentes o homenageiam com o diploma de doutor “honoris causa”. Empresários, dentro e fora do Brasil, querem conhecer seu ponto de vista sobre a conjuntura. Organismos internacionais se interessam pelo modo como o seu governo combateu a fome e reduziu a desigualdade social no Brasil.
A vida é imprevisível. Frágil como uma folha seca. E o futuro a Deus pertence. Súbito, Lula vê-se afetado por um câncer na laringe. Até parece que a natureza decidiu atingi-lo em seu calcanhar de Aquiles. Como ocorreu ao pianista João Carlos Martins, cujos dedos das mãos, afetados por uma sucessão de problemas de saúde, quase o obrigaram a se afastar da música. Hoje, ele é reconhecidamente um exímio regente.
O câncer parece perseguir os chefes de Estado: Lugo, Chávez, José Alencar... Lula é feito da mesma matéria-prima de Alencar. Os dois foram dotados de um imbatível otimismo frente à vida, sustentado por consistente fé cristã. Como Alencar, Lula se sabe predestinado – não no sentido messiânico que o termo possa sugerir, e sim como resultado de uma convergência de fatores que o levaram à vida pública e, graças à sensibilidade social trazida de berço, se empenha em minorar a desigualdade social e promover uma ampla política de inclusão dos empobrecidos.
Todo o poder de comunicação de Lula se centra na voz. Ele nasceu brindado pelo dom da oratória. Lembro do início de nossa amizade, nas grandes assembleias metalúrgicas do ABC, no estádio da Vila Euclides, nos primeiros anos da década de 1980. Lula, antes de sair de casa, elencava num pedaço de papel os temas a serem abordados em seu discurso de encerramento da concentração operária. Era sempre o último a falar. Seu discurso marcava a culminância da assembleia.
Ocupado o palanque, iniciava-se a sucessão de pronunciamentos: diretores do sindicato dos metalúrgicos, líderes operários, advogados trabalhistas, políticos... À medida que o ato avançava, os pontos elencados por Lula brotavam da boca dos oradores que o precediam. Eu me sentia aflito por ele, preocupado se, ali no palanque, ele teria ideia de outros temas que ninguém tivesse abordado.
Terminada a lista de oradores, a palavra de coroamento da manifestação cabia a Lula. Todos prestavam silenciosa atenção, como se cada uma de suas frases devesse ser absorvida pela multidão. Então, Lula surpreendia. Não por arrancar da cartola retórica, como um mágico, temas inéditos. A pauta era a mesma. A novidade consistia no modo como a abordava.
Não falava com a cabeça, e sim com o coração. Não proferia teorias nem se perdia na ênfase de frases demagógicas. Discursava a partir de experiências oriundas de sua trajetória pessoal, criava parábolas, contava “causos”. Exortava, advertia, expressava metáforas bem humoradas, destilava ironias em torno da ditadura, caricaturava ministros e empresários, cobrava de cada grevista empenho na mobilização, atiçava os brios éticos da massa trabalhadora. Seu pronunciamento soava mais moral do que político. Sua voz inflamava a assembleia.
Agora, a voz padece. Descansa. Exige cuidados. Lula, como ocorre às águias ao atingirem 40 anos de idade, se recolhe à montanha para adquirir novo vigor. E, em breve, retomar seu voo por uma política, no Brasil e no mundo, centrada no fim da miséria e da pobreza – onde a sua vida teve início.
Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Marcelo Gleiser e Waldemar Falcão, de “Conversa sobre a fé e a ciência” (Agir), entre outros livros.
Frei Betto
Lula é, hoje, a voz do Brasil. De modo especial, a voz dos que não têm voz. Nenhum brasileiro tem, no exterior, tanta audiência. Os chefes de Estado prestam atenção no que ele diz, inclusive Dilma Rousseff.
Universidades dos cinco continentes o homenageiam com o diploma de doutor “honoris causa”. Empresários, dentro e fora do Brasil, querem conhecer seu ponto de vista sobre a conjuntura. Organismos internacionais se interessam pelo modo como o seu governo combateu a fome e reduziu a desigualdade social no Brasil.
A vida é imprevisível. Frágil como uma folha seca. E o futuro a Deus pertence. Súbito, Lula vê-se afetado por um câncer na laringe. Até parece que a natureza decidiu atingi-lo em seu calcanhar de Aquiles. Como ocorreu ao pianista João Carlos Martins, cujos dedos das mãos, afetados por uma sucessão de problemas de saúde, quase o obrigaram a se afastar da música. Hoje, ele é reconhecidamente um exímio regente.
O câncer parece perseguir os chefes de Estado: Lugo, Chávez, José Alencar... Lula é feito da mesma matéria-prima de Alencar. Os dois foram dotados de um imbatível otimismo frente à vida, sustentado por consistente fé cristã. Como Alencar, Lula se sabe predestinado – não no sentido messiânico que o termo possa sugerir, e sim como resultado de uma convergência de fatores que o levaram à vida pública e, graças à sensibilidade social trazida de berço, se empenha em minorar a desigualdade social e promover uma ampla política de inclusão dos empobrecidos.
Todo o poder de comunicação de Lula se centra na voz. Ele nasceu brindado pelo dom da oratória. Lembro do início de nossa amizade, nas grandes assembleias metalúrgicas do ABC, no estádio da Vila Euclides, nos primeiros anos da década de 1980. Lula, antes de sair de casa, elencava num pedaço de papel os temas a serem abordados em seu discurso de encerramento da concentração operária. Era sempre o último a falar. Seu discurso marcava a culminância da assembleia.
Ocupado o palanque, iniciava-se a sucessão de pronunciamentos: diretores do sindicato dos metalúrgicos, líderes operários, advogados trabalhistas, políticos... À medida que o ato avançava, os pontos elencados por Lula brotavam da boca dos oradores que o precediam. Eu me sentia aflito por ele, preocupado se, ali no palanque, ele teria ideia de outros temas que ninguém tivesse abordado.
Terminada a lista de oradores, a palavra de coroamento da manifestação cabia a Lula. Todos prestavam silenciosa atenção, como se cada uma de suas frases devesse ser absorvida pela multidão. Então, Lula surpreendia. Não por arrancar da cartola retórica, como um mágico, temas inéditos. A pauta era a mesma. A novidade consistia no modo como a abordava.
Não falava com a cabeça, e sim com o coração. Não proferia teorias nem se perdia na ênfase de frases demagógicas. Discursava a partir de experiências oriundas de sua trajetória pessoal, criava parábolas, contava “causos”. Exortava, advertia, expressava metáforas bem humoradas, destilava ironias em torno da ditadura, caricaturava ministros e empresários, cobrava de cada grevista empenho na mobilização, atiçava os brios éticos da massa trabalhadora. Seu pronunciamento soava mais moral do que político. Sua voz inflamava a assembleia.
Agora, a voz padece. Descansa. Exige cuidados. Lula, como ocorre às águias ao atingirem 40 anos de idade, se recolhe à montanha para adquirir novo vigor. E, em breve, retomar seu voo por uma política, no Brasil e no mundo, centrada no fim da miséria e da pobreza – onde a sua vida teve início.
Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Marcelo Gleiser e Waldemar Falcão, de “Conversa sobre a fé e a ciência” (Agir), entre outros livros.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
voto é coisa séria, não deve ser trocado
Quando se trata de escolha, para representante do povo, seja no legislativo ou no executivo, precisamos ter olhos bem atentos, para não fazer as escolhas erradas. É preciso compreender que se trata do nosso futuro e do futuro dos nossos filhos. Não é permitido erro, pois o erro é fatal, onde cada um de nós irá pagar caro, com a falta de médico, de estradas, de saneamento, de educação de qualidade entre outras coisas.Voto é coisa muito séria, pois trata-se do direito de ir vir de cabeça erguida, votando honestamente você terá voz e vez, é sua dignidade que está em jogo. Nesse sentido leia com atenção a mensagem a seguir:
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Eleições 2012
O Brasil se tornou referência para o Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (WFP, sigla em inglês). O País é o nono doador de alimentos no mundo e responsável por uma série de programas de transferência de renda. No dia 7 de novembro, será inaugurado o primeiro Centro de Excelência Contra a Fome no Brasil, em Brasília. Mas é em Salvador (BA) que acontecerá a festa de inauguração. O escritório irá comandar ações em 18 países na América Latina, África e Ásia.
A busca por ações conjuntas de erradicação da miséria e pelo fim das desigualdades sociais será tema de uma das reuniões da Cúpula do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias no mundo), em Cannes, na França. Para Daniel Balaban, que assumirá a direção do Centro de Excelência Contra a Fome no Brasil, é fundamental que a comunidade internacional busque soluções para o combate à fome no planeta.
“A fome tem de ser o principal item da pauta do G20. É inadmissível chegarmos a 7 bilhões de habitantes no mundo e haver 1 bilhão passando fome. E passar fome significa não ter acesso aos alimentos. O problema está em todos os lugares do mundo. Mas no Sudeste da Ásia, principalmente em áreas da Índia e China, isso é mais grave ainda”, disse Balaban.
Na tentativa de buscar soluções e minimizar a fome, o Programa Mundial de Alimentação, a maior agência da Organização das Nações Unidas (ONU), atua no mundo há 48 anos. Segundo dados da organização, são 80 países atendidos e cerca de 90 milhões de pessoas beneficiadas por ano.
Nas Américas, o Programa Mundial de Alimentação desenvolve ações na Bolívia, na Colômbia, em Cuba, no Equador, em El Salvador, na Guatemala, no Haiti, em Honduras, na Nicarágua e no Peru. Para Balaban, é essencial o estímulo a investimentos em todos os países para ser possível a redução dos que passam fome no mundo.
“O mais importante é estimular os investimentos em várias áreas, como as parcerias, a agricultura, o apoio aos programas de saúde e educação”, disse Balaban. “Se o conjunto não for analisado, a tendência é acentuar o que ocorre atualmente: crianças e mulheres sofrem mais do que os outros grupos. Isso ocorre porque os homens deixam a família logo cedo e partem para as guerrilhas, por exemplo.”
(Agência Brasil)
03/11/11 - 14h3
Brasil é referência para o Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas
No dia 7 de novembro, será inaugurado o primeiro Centro de Excelência Contra a Fome no Brasil, em Brasília.
O Brasil se tornou referência para o Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (WFP, sigla em inglês). O País é o nono doador de alimentos no mundo e responsável por uma série de programas de transferência de renda. No dia 7 de novembro, será inaugurado o primeiro Centro de Excelência Contra a Fome no Brasil, em Brasília. Mas é em Salvador (BA) que acontecerá a festa de inauguração. O escritório irá comandar ações em 18 países na América Latina, África e Ásia.
A busca por ações conjuntas de erradicação da miséria e pelo fim das desigualdades sociais será tema de uma das reuniões da Cúpula do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias no mundo), em Cannes, na França. Para Daniel Balaban, que assumirá a direção do Centro de Excelência Contra a Fome no Brasil, é fundamental que a comunidade internacional busque soluções para o combate à fome no planeta.
“A fome tem de ser o principal item da pauta do G20. É inadmissível chegarmos a 7 bilhões de habitantes no mundo e haver 1 bilhão passando fome. E passar fome significa não ter acesso aos alimentos. O problema está em todos os lugares do mundo. Mas no Sudeste da Ásia, principalmente em áreas da Índia e China, isso é mais grave ainda”, disse Balaban.
Na tentativa de buscar soluções e minimizar a fome, o Programa Mundial de Alimentação, a maior agência da Organização das Nações Unidas (ONU), atua no mundo há 48 anos. Segundo dados da organização, são 80 países atendidos e cerca de 90 milhões de pessoas beneficiadas por ano.
Nas Américas, o Programa Mundial de Alimentação desenvolve ações na Bolívia, na Colômbia, em Cuba, no Equador, em El Salvador, na Guatemala, no Haiti, em Honduras, na Nicarágua e no Peru. Para Balaban, é essencial o estímulo a investimentos em todos os países para ser possível a redução dos que passam fome no mundo.
“O mais importante é estimular os investimentos em várias áreas, como as parcerias, a agricultura, o apoio aos programas de saúde e educação”, disse Balaban. “Se o conjunto não for analisado, a tendência é acentuar o que ocorre atualmente: crianças e mulheres sofrem mais do que os outros grupos. Isso ocorre porque os homens deixam a família logo cedo e partem para as guerrilhas, por exemplo.”
(Agência Brasil)
fonte: blog do PT nacional
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Inauguração da Capela de São José Operário e Aniversário do Pe. Aloysio
É neste sábado dia 05 de novembro, a inauguração da igreja de São José Operário, no Bairro São José, aqui de nossa cidade. A procissão com a imagem de São José, saírá da Igreja Matriz São Félix de Cantalice as 18:00horas, com destino a igreja de são José Operário, no bairro São José. Logo depois haverá a celebração da Santa Missa. Na ocasião, celebraremos todos juntos o aniversário do Pe. Aloysio, que estará completando seus 81 anos de vida bem vivida. Você é o nosso convidado especial. Logo depois da missa será cantado os parabéns do padre.
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